10 filmes incríveis para conhecer o cinema espiritual de Carl Theodor Dreyer

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Pouco conhecido, Carl Theodor Dreyer é um dos maiores diretores do cinema filosófico e espiritual. Conhecido fortemente pelo filme “A Paixão de Joana d’Arc”, de 1928, Carl criou uma linguagem única nos mostrando imagens completamente transcendentes e que nos fazem refletir até o último momento.

“It is not things in reality that the director should be interested in but the spirit in or behind things. Realism in itself is not art.” – Não são coisas na realidade em que o diretor deve estar interessado, mas sim no espírito dentro ou por trás delas. O realismo em si não é arte. – Carl Theodor Dreyer

Pensando neste grande mestre cinematográfico esquecido por muitos, trouxemos essa lista de obras essenciais do diretor. Boa sessão.

O Presidente (1919)

O juíz de um vilarejo na Dinamarca vê sua filha ilegítima frente a um julgamento pelo assassinato de seu bebê, e está convicto que ela será condenada à morte. Ela engravidara de um aristocrata que não se casou com ela, sendo que com sua mãe acontecera o mesmo, porém, uma promessa de família impedia que seu pai, o juíz, se casasse com uma plebeia. Ao saber que sua filha poderá pegar a pena de morte este juíz terá que decidir entre condená-la ou condenar a si próprio e salvá-la.

A Quarta Aliança da Sra. Margarida (1920)

Sofren, um aspirante a pastor, está noivo de Mari, mas o pai não permitirá o casamento até que o rapaz esteja a frente de uma igreja. Ele é nomeado para uma congregação rural e descobre que, de acordo com os hábitos locais, a viúva do pastor falecido pode casar com o seu sucessor. Sra. Margarida, uma senhora que já havia enterrado três maridos, insiste no seu direto de manter-se na casa. Para manter sua verdadeira namorada, Sofren leva Mari à paróquia, alegando tratar-se de sua irmã. O plano dos dois é esperar a morte da Sra. Margarida. Quando tudo indica que isto não acontecerá tão cedo, Sofrem começa a aprontar uma série de armadilhas tolas para acelerar a morte da velha.

Michael (1924)

Um triângulo amoroso entre o renomado pintor e escultor Zoret, seu protegido e assistente Mikael e a princesa Zamikoff, uma aristocrata “female fatale”. Atraído e seduzido pela beleza da jovem princesa, Mikael começa a distanciar-se de Zoret, e este, começa a amargurar-se com a solidão.

A Queda do Tirano (1925)

O desgaste de um casamento. A ruína de um lar. Uma mulher escravizada. O amor em dor. Foi-se o tempo das juras apaixonadas, do respeito, do companheirismo. Apenas a distância poderá intervir.

Glomdalsbruden (1926)

Tore, filho de um humilde lavrador, ama Berit, filha de um rico. Mas ela está noiva de outro homem, a quem ela ama e que se recusa a se casar.

A paginação para os próximos filmes está logo abaixo. ⬇



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About Author

Lucas Pilatti Miranda

Fundador e editor-chefe do Canto dos Clássicos, fascinado por música, cinema e uma boa cerveja. Frase preferida do cinema: "A vida passa rápido demais, se você não parar e olhar para ela de vez em quando, pode acabar perdendo." - Ferris Bueller's Day Off.